Vinte e Três Mil Crianças Nascem Com Doenças Cardíacas Congênitas no Brasil a Cada Ano

O coração de um bebê é formado nas primeiras oito semanas de gestação. Cardiopatia Congênita consiste em qualquer anormalidade na estrutura do coração que surja durante este período. Este é um termo genérico aplicado para descrever alterações no coração e grandes vasos presentes no nascimento da criança.

As cardiopatias podem ser suspeitadas durante a gestação, através do ultrassom morfológico e confirmadas pelo exame de ecocardiograma fetal. O teste do coraçãozinho, feito na maternidade também é uma maneira de identificar o problema.

Geralmente, o problema afeta uma em cada cem crianças, segundo a American Heart Association. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, nascem cerca de 23 mil crianças por ano com problemas cardíacos. Dessas, aproximadamente 80% necessitarão de alguma cirurgia cardíaca durante seu crescimento.

As Cardiopatias Congênitas mais comuns envolvem a alteração em válvulas cardíacas que influenciam no fluxo sanguíneo, dificultando ou impedindo sua passagem e, ainda, alterações nas paredes do coração que criam comunicações cardíacas que não deveriam existir e que acabam misturando o sangue oxigenado com o não oxigenado. Também ocorrem casos em que há a formação de um único ventrículo.

Principais Sintomas

Um dos sintomas é o cansaço excessivo e transpiração do bebê durante as mamadas ou mesmo durante o sono. Irritação frequente, dificuldade no ganho de peso, lábios e ponta dos dedos arroxeados (cianose) são outros indicativos.

Nas crianças maiores, os sintomas mais comuns são crescimento e ganho de peso inadequados, infecções pulmonares repetidas, taquicardia, pele pálida e lábios roxos durante atividade física, cansaço e dificuldade de acompanhar o ritmo de outras crianças da mesma idade.

Eventualmente, podem ocorrer tontura, visão turva, dores no peito, mal estar e episódios de desmaios.

Um Diagnóstico Precoce Pode Salvar a Vida da Criança

Especialmente em casos de cardiopatias mais graves, pode ocorrer a necessidade de um parto planejado e cirurgia nos primeiros dias de vida.

Algumas cardiopatias não necessitam de tratamento, outras podem ser tratadas com procedimentos com cateteres ou cirurgia cardiovascular e, outros casos, podem demandar diversas cirurgias durante o crescimento da criança.

A boa notícia é que, mesmo nos casos mais graves de cardiopatias congênitas, quando o tratamento apropriado é realizado, o prognóstico geralmente é bom.

 

 

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